Morte de aves aparentemente saudáveis: o que pode estar acontecendo?

Publicado: 19/09/2019


Você sabia que, assim como os humanos, as aves também podem ser infectadas por um herpesvírus?

A Doença de Pacheco é causada pela infecção de herpesvírus em aves. Essa doença afeta todas as espécies de psitacídeos – independente de sexo e idade.

Sendo altamente infeccioso e fatal, o herpesvírus causa alterações no fígado, baço e rins das aves.


Como essa doença é transmitida?

A transmissão da Doença de Pacheco acontece através da contaminação ambiental: fezes e secreções orais (espirros e vômitos) de aves infectadas contaminam aves sadias.

Outras formas de contaminação também podem acontecer através de insetos, falta de higiene em gaiolas e acessórios, alimento e água contaminados, corrente de ar.

Após a infecção da ave, a doença entra em período de incubação – o que pode durar de 3 a 7 dias. Esse período vai da entrada do vírus no organismo até o aparecimento dos primeiros sintomas.


Quais os sintomas de uma ave infectada por herpesvírus?

Esse é o maior desafio da doença: grande parte dos casos são assintomáticos (as aves possuem aparência saudável), enquanto o restante pode ter sintomas que não são específicos da doença. Esses sintomas incluem falta de apetite, vômito, diarreia, urina esverdeada, secreção nasal, depressão, tremores e apatia.


Por que a maioria das aves tem a doença, mas não manifestam sintomas?

O herpervírus persiste na natureza e nos plantéis sob várias formas. Quando analisamos somente sua presença nas aves, temos duas formas distintas de apresentação:

- Aves doentes (aquelas que apresentam sintomas, mesmo que inespecíficos);

- Aves portadoras (possuem o vírus, mas não desenvolvem a doença).

Periodicamente, pode acontecer a “reativação” da doença incubada: as aves portadoras expostas a estresse (geralmente de origem ambiental como corrente de ar, mudança brusca de temperatura) eliminam os vírus através das fezes, espalhando e contaminando novas aves.


Como acontece o diagnóstico dessa doença?

Para identificar a presença da doença, precisamos encontrar o vírus no organismo da ave. Essa existência será revelada nas fezes ou nas secreções orais.

Porém, geralmente quando o diagnóstico acontece, não há mais tempo para tratar a ave.

É nesse ponto que entra nossa tomada de ação através da prevenção: maior e melhor aliada no controle da disseminação dessa doença. A higiene do plantel, dos acessórios, da gaiola, das paredes, dos funcionários são alguns itens que devem ser observados. Comida e água frescas são obrigatórias. Além do controle ambiental, apresenta-se nessa fase a importância dos exames preventivos: a busca ativa do vírus nas secreções da ave mesmo que essa não apresente sintoma algum.

Importante lembrar que aquelas aves que conseguem sobreviver à doença, através de tratamento medicamentoso, tornam-se portadoras latentes do vírus. Isso quer dizer que, na presença de fatores estressantes (outras infecções, desnutrição, reprodução, variações de temperatura) essas aves também eliminam o vírus no ambiente, contaminando outras aves.


Depois de todas essas informações, qual a melhor atitude a ser tomada?

Conversar com seu médico veterinário e descobrir sobre as melhores práticas a serem adotadas para que seu plantel mantenha sua vitalidade e saúde permanentes.

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